Desmistificando a lenda de uma alma imortal

24 de agosto de 2013

Mateus 25:46 fala de um tormento eterno?


Mateus 25:46 – Haja visto que, como vimos acima e reforçaremos mais adiante, a destruição completa dos ímpios (a qual denominamos “aniquilamento”) é um fato, o nosso próximo passo é desvendarmos as passagens isoladas e descontextualizadas usadas por parte dos defensores da doutrina da imortalidade da alma para sustentar a doutrina do tormento eterno. A primeira e mais famosa delas, a mais usada e a primeira a ser devidamente explicada, trata-se da frase de Jesus Cristo em Mateus 25:46, que assim reza:

“E irão eles para o castigo eterno, mas os justos irão para a vida eterna”

No grego:

“kai apeleusontai outoi eis kolasin aiônion oi de dikaioi eis zôên aiônion”

Os dualistas tem visto neste versículo uma suposta “prova” de que Jesus ensinava o tormento eterno no inferno. Nada mais falso do que tal afirmação, pois Jesus aqui nada fala de tormento, como faz uma versão adulterando a Bíblia[1], mas de punição, como aponta o léxico da Concordância de Strong:

Significado de kolasin:

2851 κολασις kolasis
de 2849; TDNT - 3:816,451; n f
1) correção, punição, penalidade.

Portanto, uma tradução mais plausível do verso seria “punição eterna” (como traduz a King James – “everlasting punishment”), e não “tormento eterno”. Se Cristo quisesse passar a ideia de tormento, como creem os imortalistas, teria feito uso da palavra grega basanos, que significa exatamente “tortura, tormento, dores agudas”[2], de acordo com esse mesmo léxico da Concordância de Strong. E se Mateus tivesse a intenção de passar tal ideia de um tormento eterno sendo expresso aqui neste verso, ele teria essa opção pronta, a mão, que poderia ter sido perfeitamente utilizada.

Porém, a “punição” que o texto se refere não está no sentido de tormento, que seria basanos e não kolasin. Mas em qual outro sentido estaria? Ora, a pena de morte também é uma punição. Quando alguém é condenado a pena de morte, isso de modo algum deixa de ser uma punição a ele – se não é uma punição, o que mais seria? Uma recompensa? É evidente que “punir” alguem não implica necessariamente em fazer que este alguém seja atormentado, pois a morte também é tratada (tanto por Deus como pelos homens) como sendo uma punição, uma penalidade, conhecida como “pena de morte”.

Sendo assim, o sentido do texto não seria de tormento eterno, mas de morte eterna. O texto estaria contrastando aqueles que iriam para a morte eterna com aqueles que iriam para a vida eterna, como a Bíblia faz frequentemente (cf. Dt.30:15; 19:2; 2Sm.15:21; Pv.12:28; 13:14; 14:27; 18:21; Jr.8:3; 21:8; 52:34; Jo.5:24; Rm.5:10,17,21; 6:4,10; 7:10; 8:6,38; 2Co.2:16; 4:11,12; Fp.1:20,; 1Jo.3:14; 5:16), e não contrastando vida eterna e tormento eterno, que não possui apoio bíblico. Corrobora com isso o sentido do uso de kolasin na época de Cristo. O Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento dá o seguinte significado para kolasin:

“Kolasin = Castigo. Deriva-se de Kolos, ‘mutilar’, ‘cortar fora’; é usado figuradamente para ‘impedir’, ‘restringir’, ‘punir’” 

Como vemos, seu uso primário é de “mutilar” ou “cortar fora”, é neste sentido que ele é usado como punição. O respeitado Dicionário de Grego Clássico, editado por Lidell e Scott (que não são mortalistas) mostra o uso de kolasin nos mais diferentes escritos dos primeiros séculos e concluiu que ele descreve “um método drástico de interromper o crescimento da amendoeira”[3]. Como é perceptível, kolasin é uma punição não em um sentido vago, mas especificamente uma figura de aniquilacionismo, exatamente como fazem com as amendoeiras. A obra intitulada A Critical Lexicon and Concordance to the English and Greek New Testament, de E. W. Bullinger, também dá este mesmo sentido a kolasin:

Kolasin. Restringir, cortar curto, podar, manter dentro de limites, interromper, punir... o castigo futuro pelo pecado é claramente definido como morte e destruição

O The Classic Greek Dictionary (16ª Edição, 1962), do PhD George Ricker Berry, concorda com tudo isso e dá o seguinte significado a kolazo:

“Podar, cercear... metaforicamente: castigar, corrigir, punir”

O Theological Dictionary of the New Testament (Volume III, 1965), de Gerhard Kittel, diz que o verbo significa fundamentalmente: “mutilar, decepar”. O Young’s Analytical Concordance, do Dr. Young, define kolasin como: “podar, restringir”[4]. A nota de rodapé da versão The Emphatic Diaglott traz os seguintes significados para kolasin:

Kolasin, deriva-se de kolazo, que significa:
1) Decepar, como no truncamento de ramos de árvores, podar.
2) Restringir, reprimir.
3) Castigar, punir. Extirpar alguém da vida, ou da sociedade, ou mesmo restringir, é tido como castigo.

Outro fato que corrobora com tudo isso que vimos sobre kolasin é que tal verbo deriva de kolazo, que, de acordo com o léxico da Concordância de Strong, significa:

2849 κολαζω kolazo
de kolos (enfezar); TDNT - 3:814,451; v
1) podar ou debastar, como árvores e asas.
2) controlar, reprimir, restringir.
3) punir, castigar, corrigir.
4) fazer ser punido.

Novamente vemos que a punição está relacionada não a um tormento, mas a cortar fora, decepar, mutilar, como se fazem com as árvores. O Léxico Grego do Novo Testamento NAS define kolazo como sendo:

1) Cortar galhos ou podar, como árvores e asas.
2) Frear, verificar, coibir.
3) Castigar, punir, corrigir.
4) Fazer com que sejam punidos.

Mais uma vez, é acentuando que o significado primário de tal verbo é de cortar algo, e seu sentido secundário deve estar relacionado ao seu sentido principal, e não a um que sequer faça parte do significado primário ou secundário de tal palavra, como o “tormento” que creem os imortalistas. Os Dicionário Vine do Antigo e Novo Testamento e o Thayer’s and Smith’s Bible Dictionary também definem kolazo como cortar, e não como atormentar:

Dicionário Vine
2849 kolazo
1) Primariamente: aparar, podar, cortar curto.

Thayer’s and Smith’s Bible Dictionary
1) Cortar galhos, podar, como árvores, asas.

Vale ressaltar que todos estes léxicos famosos mostrados acima não foram escritos nem por adventistas nem por testemunhas de Jeová; ao contrário, foram elaborados por eruditos bíblicos de diferentes denominações evangélicas e tais léxicos são constantemente utilizados pelos próprios imortalistas. Portanto, não estamos fazendo uso de dicionários bíblicos tendenciosos ou manipulados propositalmente, mas de fontes cujos autores criam na imortalidade da alma mas em seus trabalhos mantiveram os significados reais de kolasin.

Como vemos, kolasin era usado na época de Cristo, nunca para indicar um tormento sem fim, mas sim para acentuar o caráter bíblico do aniquilamento dos ímpios [morte eterna; segunda morte] que serão “mutilados”, “cortados fora” ou “despedaçados”, assim como as árvores que tinham seus galhos cortados. Essa analogia é feita para ressaltar o aspecto irreversível da destruição completa dos pecadores, mas nunca de um processo de tormento infindável. Jesus estava acentuando o contraste entre a vida eterna dos justos e a morte eterna dos ímpios, que serão mutilados e despedaçados (figuras de aniquilacionismo), cortados fora do Seu Reino.

O contraste, portanto, era entre vida eterna e morte eterna, entre existência eterna e inexistência eterna, e não entre vida eterna no Céu ou no inferno. Nenhum significado primário ou secundário de kolasin designa tormento, mas a etimologia da palavra nos demonstra que ela era usada nos tempos de Cristo não como um tormento sem fim, mas no sentido de pena capital, isto é, o despedaçamento, a morte. Corrobora com isso toda a hermenêutca bíblica, pois em toda a Escritura é precisamente esse o ensinamento expresso tanto no Antigo como no Novo Testamento:

CONTRASTE ENTRE VIDA ETERNA E MORTE ETERNA NA BÍBLIA
“Quem obedece aos mandamentos preserva a sua vida, mas quem despreza os seus caminhos morrerá (cf. Provérbios 19:16)

“Quem permanece na justiça viverá, mas quem sai em busca do mal corre para a morte (cf. Provérbios 11:19)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (cf. João 3:16)

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis (cf. Romanos 8:13)

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (cf. Romanos 6:23)

“Que fruto vocês colheram então das coisas as quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte! Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna (cf. Romanos 6:21,22)

Pois para Deus somos o bom cheiro de Cristo nos que são salvos e nos que perecem. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância de vida (cf. 2ª Coríntios 2:15,16)

“Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna (cf. Gálatas 6:8)


Mateus 25:46 não foge à regra para falar de “tormento”, pois, como vimos, tormento nem sequer é uma tradução secundária plausível para a palavra. Mateus 25:46 fala da punição eterna no sentido de morte eterna. Talvez o texto mais claro sobre isso seja o de 2ª Tessalonicenses 1:9, em que Paulo diz:

“Eles sofrerão a pena da destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder” (cf. 2ª Tessalonicenses 1:9)

A palavra aqui traduzida por “destruição” como sendo a sorte final dos ímpios é olethros, que, de acordo com o léxico da Concordância de Strong, significa:

3639 ολεθρος olethros
de uma palavra primária ollumi (destruir, forma prolongada); TDNT - 5:168,681; n m
1) ruína, destruição, morte.
1a) para a destruição da carne, dito de males externos e problemas pelos quais as
concupiscências da carne são subjugadas e destruídas.

Se Paulo quisesse dar a entender que aqui o sentido era apenas de “perdição”, como vertem algumas traduções, teria à sua disposição a palavra grega pipto, que significa “estar perdido”[5], ou até mesmo apollumi que é a palavra geralmente utilizada quando a referência é perder-se:

Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida [apollumi], até encontrá-la? E quando a encontra, coloca-a alegremente sobre os ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida [apollumi]’” (cf. Lucas 15:4-6)

“Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido [apollumi] e foi achado” (cf. Lucas 15:24)

Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido [apollumi] e foi achado” (cf. Lucas 15:32)

“Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido [apollumi] (cf. Lucas 19:10)

Paulo, porém, ao invés de lançar mão da palavra grega que significa “perdido”, faz questão de utilizar olethros, que significa destruição, sendo assim traduzida inclusive pela King James (“everlasting destruction”) e pela Young’s Literal Translation (“destruction age-during”). O apóstolo, portanto, diz que os ímpios padecerão de destruição eterna. Não se pode conceber um processo de destruição incompleto que não termina nunca, em um processo eterno e inconclusivo. É evidente que ele se refere a uma destruição com resultados permanentes. Paulo não estava contradizendo Cristo ao dizer que os ímpios padecerão de eterna destruição e não de tormento eterno, porque Jesus nunca falou sobre um tormento eterno em Mateus 25:46, mas sobre morte, assim como Paulo. O eterno-aionios em nada muda este fato, pois, como observa Bacchiocchi:

“É evidente que a destruição dos ímpios não pode ser eterna em sua duração, porque é difícil imaginar um processo eterno e inconclusivo de destruição. A destruição pressupõe aniquilamento. A destruição dos ímpios é eterna-aionios, não porque o processo de destruição continua para sempre, mas porque os resultados são permanentes. De igual modo [assim como nesse texto de 2ª Tessalonicenses 1:9], a ‘eterna destruição’ de Mateus 25:46 é eterna porque seus resultados são permanentes. É um castigo que resulta em sua eterna destruição ou aniquilamento”[6]

Em Hebreus 6:2, o autor fala de um “juízo eterno-aionios”. Isso evidentemente não significa que o julgamento é um processo que tem início mas não tem fim, mas sim que este juízo é de resultados irreversíveis. Da mesma maneira, a “punição” eterna que os ímpios sofrerão é uma punição de resultados permanentes. Cristo está estabelecendo a antítese do destino final de salvos e perdidos, o que evidentemente é um destino eterno (irreversível), definitivo para ambos os grupos. A palavra “eterno-aion” está relacionada para ambos os grupos, mas não está igualada em seu sentido pleno e absoluto. Ambos são “eternos”, mas com aplicações diferentes.

Para os salvos, a eternidade é no próprio processo; para os perdidos, a eternidade é nos efeitos/consequências da condenação. Quando a Bíblia fala de morte eterna, juízo eterno ou destruição eterna, ela não está falando de um juízo que tem início e não tem fim, de um processo de morte infindável ou de uma destruição inconclusiva que não termina nunca, mas de resultados eternos. O juízo é eterno por ser irrevogável. A morte é eterna porque alguém que morre na segunda morte nunca mais voltará à vida. A destruição é eterna porque seus efeitos são permanentes. Como bem observa o respeitado erudito Basil Atkinson:

“Quando o adjetivo aionios com o sentido de ‘eterno’ é empregado no grego com substantivos de ação faz referência ao resultado da ação, não ao processo. Assim, a frase ‘castigo eterno’ é comparável a ‘eterna redenção’ e ‘salvação eterna’, ambas sentenças bíblicas. Ninguém supõe que estamos sendo redimidos ou sendo salvos para sempre [como um processo]. Fomos redimidos e salvos de uma vez por todas por Cristo, com resultados eternos. Do mesmo modo, os perdidos não estarão passando por um processo de punição para sempre, mas serão punidos uma vez por todas com resultados eternos. Por outro lado, o substantivo ‘vida’ não é um substantivo de ação, mas um que expressa uma condição. Assim, a própria vida é eterna”[7]

Diante de tudo isso que vimos, devemos finalmente perguntar: qual é o sentido da “punição” que Cristo se refere em Mateus 25:46 em contraste com a vida eterna? A de tormento eterno, que não tem base nem nos significados do original grego e em léxico nenhum, nem em nenhum outro lugar da Bíblia, ou a de uma morte eterna, que é corroborada pelos sentidos expressos por todos os léxicos do grego, pelo significado etimológico da palavra e por toda a Sagrada Escritura que apresenta em todo momento o contraste entre vida e morte como destinos finais? A resposta a essa pergunta pode ser uma incógnita para os fanáticos que já estão tão presos na tese de um tormento eterno baseado nessa passagem que não tem a mente aberta para a verdade, mas é fácil para qualquer estudioso bíblico sincero.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)


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[1] De todas as versões consultadas por mim, a única que traduz erroneamente por “tormento” é a Almeida Corrigida, Revisada e Fiel. Todas as outras versões bíblicas traduzem corretamente por “punição” ou “castigo”.
[2] Léxico da Concordância de Strong, 931.
[3] Liddels and Scott, Greek-English Lexicon (Oxford na Clarendon Press, 1966), p. 971.
[4] Young’s Analytical Concordance, p.995.
[5] Léxico da Concordância de Strong, 4098.
[6] BACCHIOCCHI, Samuele. Imortalidade ou Ressurreição: Uma abordagem bíblica sobre a natureza e o destino eterno. Unaspress, 1ª edição, 2007.
[7] ATKINSON, Basil F. C. Life and Immortality.Taunton, Inglaterra, s/d), p. 101.   
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15 comentários:

  1. O erro está na tradução ou por ´´Tormento`` ou ´´Castigo`` eterno (Aionios), pois no Original grego está Kó.la.sin que não tem sentido como Tormento, mas como Cortar ou Decepar, como diz tal dicionário o: The Emphatic Diaglott reza “decepamento” em vez de “castigo”. Uma nota ao pé da página declara: “Kolasin . deriva-se de kolazoo, que significa,1. Decepar; como no truncamento de ramos de árvores, podar. 2. Restringir, reprimir. 3. Castigar, punir. Extirpar alguém da vida, ou da sociedade, ou mesmo restringir, é tido como castigo.

    Se fosse Tormento em Mateus 25:46 a palavra em grego seria BA.SA.NI.ZO que é tormento, torturar,restringir e encarcerar, mas como é KÓ.LA.SIN que tem haver com como: punição de decepar ou cortar, a correção do texto seria: E IRÃO ESTES PARA ´´DECEPAÇÃO`` ETERNA (OU ATÉ ´´CORTADOS`` DA VIDA PARA SEMPRE), MAS OS JUSTOS RESSUCITARÃO PARA (GANHAR) A VIDA ETERNA.

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  2. Pois é, por quê será que ainda hoje pessoas caem nas conversas de pregadores que as enganam com essa coisa de que todo mundo viverá eternamente, e que se a pessoa não for para o céu vai para um inferno de fogo ficará eternamente queimando e nunca morre.

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  3. Alguem pode me explicar entao sobre Marcos 9. 42-48 onde se refere claramente do inferno como lugar onde o verme nunca morre e o fogo nao se apaga7

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  4. Sim, veja este artigo:

    http://desvendandoalenda.blogspot.com.br/2013/08/o-que-e-o-bicho-que-nao-morre.html

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  5. Olá Lucas

    Bom dia

    Aqui quem tecla é o Luiz , lembra de mim?Tudo bem com você?Como você está?
    Em relação ao assunto acima eu entendo que a salvação em Hebreus 5:9 e a redenção em Hebreus 9:12 foram o resultado ou consequência do Sacrifício de Cristo conforme 1 Pedro 3:16, Hebreus 10:12 o fato de Jesus ter vindo e feito o Sacrifício uma vez foi o que possibilitou a redenção e a salvação do homem que ao crer recebe a redenção e a salvação e se torna remido e salvo pois tanto a salvação como a redenção estão no homem que as aceita. O homem quando aceita Jesus é remido e salvo e como resultado obtem a paz, segurança, alegria e vida e se considerarmos isto com resultado da salvação e da redenção significa que tanto a salvação como a redenção estão presentes na vida do crente pois se a salvação e a redenção tivessem um início e um fim o crente que aceitou a Cristo não teria como fazer permanece-las nele. Então foi o Sacrifício de Jesus que foi realizado uma vez em um período no tempo e se findou com a sua morte na cruz e esse ato de Jesus gerou a redenção e a salvação que permanecem no crente. Jesus através do Seu Sacrifício nos redimiu e salvou e elas não se findaram com a morte de Cristo mas ao contrário se tornaram possíveis e bem reais para os crentes. Se a redenção e a salvação foram uma vez e acabaram ou seja o ato de remir e o ato de salvar não tem como o crente ter os resultados ou consequências das mesmas pois tais efeitos na vida do crente identificam que ele está remido e salvo pela Sacrifício único de Cristo logo o crente desfruta e vive tanto a salvação quanto a redenção que na verdade são a base para a sustentação e existência dos resultados ou consequências provenientes das mesmas. O Sacrifício de Jesus seria o processo e a partir disso foi gerada a salvação e a redenção que seriam os resultados que geram outros resultados como paz,alegria e etc. Se a ato de remir e de salvar tivessem um início e um fim então Jesus teria que padecer muitas vezes para faze-los aparecer de novo conforme Hebreus 9;26 e repare que nesse mesma passagem fala de novo do sacrifício e em Colosenses 1:14 fala que os crentes tem a redenção e em Romanos 1:16 fala da salvação disponível para quem cre.

    Um abraço e felicidades

    Luiz

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  6. Obrigado pelo comentário, Luiz, Deus te abençoe!

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  7. Como você me explica Daniel 12:2 em que fala da ressurreição, para vergonha e horror eterno?

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  8. A vergonha eterna nada mais é do que a morte eterna, ela não implica necessariamente em tormento eterno. Hitler é motivo de vergonha e desprezo até hoje, pelos atos ímpios que ele praticou, mesmo ele já tendo morrido há tanto tempo. A vergonha eterna é estar ausente no Paraíso por toda a eternidade, em função de estarem mortos e por isso não poderem desfrutar desta vida (existência) eterna.

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  9. Shalom irmão Lucas Banzoli que extraordinária explicação,como estou feliz por encontrar seu blogspot.com.br como voc defende a verdade com tanta sabedoria, estou lendo tudo e em breve falarei com tigo sobre meu histórico.

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  10. Gostaria que me respondesse então sobre o vs 41 de mateus 25 ,onde está bem claro sobre uma sentença destinada a pessoas que vão para o fogo eterno preparado para o diabo e os seus anjos,também sobre o que o Filho de Deus falou em mateus cap 13 vs 41 e 42. Jesus falou sobre o que ali heim?????

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  11. A resposta está aqui:

    http://desvendandoalenda.blogspot.com.br/2012/12/o-inferno-e-o-fogo-eterno.html

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  12. Olá meu irmão,
    A Bíblia fala em “tormento eterno” (Mateus 25:46) para os ímpios, e em “fogo eterno” (Mateus 25:41) no qual eles se consumirão. Diz também que eles serão “atormentados de dia e de noite para todo o sempre” (Apocalipse 20:10). Como explicar isto?

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  13. Deus sabe de todas as coisas, e antes de criar o homem sabia que ele pecaria e que muitos não aceitariam o sacrifício do Senhor Jesus
    Creio que seria crueldade Deus permitir que isso viesse acontecer com os perdidos, apenas seus servos terão vida eterna, a morte é um evento final de inconsciência
    Se os perdidos tivessem vida eterna isso seria descrito na Bíblia, mas assim como a primeira morte a pessoa não sabe de nada nem tem consciência, assim será na segunda morte
    Deus quer que suas criaturas o amem por escolha, não à força...

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  14. Olá, Sílvio. A Bíblia não fala em "tormento" eterno, fala em PUNIÇÃO ou castigo eterno que não tem nada a ver com tormento, mas sim com a morte eterna. Este próprio artigo em que você comenta é o que trata sobre isso, recomendo que o leia.

    Sobre o fogo eterno:

    http://desvendandoalenda.blogspot.com.br/2012/12/o-inferno-e-o-fogo-eterno.html

    Sobre o texto do Apocalipse:

    http://desvendandoalenda.blogspot.com.br/2012/12/o-apocalipse-e-o-tormento-eterno.html

    Abs!

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